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Mostrando postagens de setembro, 2016

IRON MAIDEN - 30 anos de Somewhere In Time

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Quem assistiu à minha participação no Panelaço, programa do meu querido amigo João Gordo - veja o video AQUI - viu que comecei a curtir metal vendo o clipe do Iron Maiden, Aces High. Pois bem, daquele dia em diante esse estilo se tornou parte de mim e o Iron Maiden uma das bandas que mais escutava. De toda a discografia deles, é inegável a importância do Powerslave para o estilo. Sempre brinco dizendo que se o primeiro do Black Sabbath é a Gênesis, a criação do mundo; o Powerslave é o nascimento de Cristo devido ao caráter mítico dessa obra. Porém o ser humano é engraçado devido às suas diferentes opiniões, e contrariando essa máxima mas não desrespeitando-a, o meu preferido sempre vai ser o Somewhere In Time, e é dele que irei tecer algumas palavras. A começar pela capa. Não tem preço o dia em que fiquei ouvindo o vinil e vendo aquela gravura, todos os detalhes tentando descobrir o que tinha de mais extraordinário que fugia aos meus olhos. E naquela época eu estava aden...

RUNNING WILD - The Brotherhood (2002)

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É muito difícil fazer uma resenha sobre a banda que mais gosta porque, como fã, todos os álbuns são maravilhosos e merecem sempre a nota máxima. Conheci o Running Wild na Galeria do Rock quando ia para mais um dia de trabalho na loja Burn, e topei com o meu amigo Castor (baixista do Torture Squad) ouvindo a faixa Under Jolly Roger. Fiquei maravilhado, principalmente pelo som dos canhões antes do refrão, e naquele mesmo dia fui correndo comprar uma caixa de fitas K-7 na hora do almoço para gravar aquele disco e outros CDs. Um mês depois me deparo com uma promoção de discos sem capa – apenas a bolacha no plástico – na Woodstock Discos, do meu querido Walcir Chalas. Levei dois, o Arrggghhh do Voivod e o Gates To Purgatory do Running Wild. Pronto! A partir daquele momento, meu coração era da pirataria, sendo fã incondicional até hoje desse patrimônio alemão. Um exemplo é a página Running Wild Brasil no Facebook, criada por mim para homenagear esse grande ícone do Metal. Bom, apó...

SAXON - Killing Ground (2001)

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Sim, o Saxon possui uma coisa que poucas bandas têm: a capacidade de combinar riffs poderosos de Metal com um sentido de melodia. Eles sempre abrangeram essa linha tênue entre o Metal épico e Classic Rock simples e que agradam em cheio a multidão headbanger. E “Killing Ground”, seu 15º álbum, não é exceção. Quando a introdução épica de “Prelude To War” finaliza, e então explode a faixa que dá título ao álbum, constatamos que estamos diante de mais um clássico dessa banda em nossas mãos. As guitarras de Paul Quinn e Doug Scarrat fritam e disparam palhetadas poderosas imprimindo a agressividade já no início do álbum, e desse modo vão se distanciando mais e mais da fase “Destiny”, onde algumas músicas soavam bem melodiosas. “The Court of The Crimson King” é um clássico do King Crimson, e que na versão do Saxon ficou maravilhosa com a banda aliando a melodia dessa bela canção com o peso de suas guitarras metálicas. A cereja desse bolo vem com a voz cativante de Biff. “Coming Home...

RUSH – Counterparts (1993)

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“Counterparts” é o 15º álbum do Rush e mostra o retorno da banda à base guitarra-baixo-bateria, tornando-se menos dependente de sintetizadores e tecnologia. Isso pode ser ouvido desde a parte lírica, performance e produção. “Counterparts” marca também o retorno do co-produtor Peter Collins, que produziu os álbuns “Power Windows” e “Hold Your Fire”. O termo “counterparts” é descrito como ‘duplicar’ e ‘se opor’ – uma definição que intrigou tanto o baterista Neil Peart que ele até filosofa: “…considere dessa maneira, contrários são os reflexos de cada um, não necessariamente contraditórios.” Bom, “Counterparts” recoloca Alex Lifeson uma vez mais no front deixando fluir seu estilo característico e paradoxal de tocar riffs complexos, solos com enorme facilidade, e tendo as linhas de baixo do espetacular Geddy Lee e o mestre da bateria Neil Peart mantendo tudo azeitado do começo ao fim do álbum. Ainda podemos ouvir alguns resquícios de sintetizadores, mas eles são relegados a apoiar e ...