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Mostrando postagens de fevereiro, 2016

AND THE OSCAR GOES TO...

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Aqui no meu blog não falo somente de música mas também de coisas que me fazem questionar, e compartilho com vocês para que possamos debater de maneira saudável conhecendo novas ideias e pontos de vista de cada um.  Ao longo dos anos, a TV aqui de casa está mais para um enfeite decorativo do que diversão, e a razão é simples, muita violência gratuita, muita mentira, muita programação que não acrescenta absolutamente NADA na minha vida e por aí vai. Claro que, em raras exceções me lembro que ela existe e aproveito para assistir alguma série no Netflix, ou um jogo do Timão, aliás quero abrir um parênteses aqui (não sou daqueles torcedores que morre ou mata pelo time. Se ganhou, legal! Se perdeu, legal! A vida segue) - e mais recentemente, a entrega do Oscar. Era uma edição importante não somente pelos filmes mas porque a Academia foi alvo de acusações sobre a ausência de artistas negros para a premiação. Porém, nessa edição, vários artistas negros se revezavam na apresentação e e...

EMOCIONANTE TRECHO DO LIVRO DE JIMI HENDRIX

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Reserve uns poucos minutos para ler esse trecho muito emocionante do maior guitarrista de todos os tempos, Jimi Hendrix. O texto foi extraído do livro Starting at Zero: His Own History lançado em 2013 nos Estados Unidos e inédito no Brasil, e postado no site  www.cartacapital.com.br/   Quando eu tinha 17 anos, formei uma banda com outros rapazes, mas eles me deram um caldo. Eu não sabia por que no início, mas depois de uns três meses percebi que tinha de arranjar uma guitarra elétrica. Minha primeira foi uma Danelectro, que meu pai comprou para mim. Devo ter perturbado ele durante muito tempo. Mas primeiro tive de lhe mostrar que sabia tocar. Naqueles dias eu só gostava de rock'n'roll, acho. Costumávamos tocar coisas de pessoas como os Coasters. De qualquer modo, todos tinham de fazer as mesmas coisas antes que pudessem entrar em uma banda. Você tinha até de fazer os mesmos passos. Comecei a procurar lugares para tocar. Lembro que minha primeira apresentação foi em u...

WALK ON HOME, PHIL!

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E mais uma vez nos deparamos com situações que dão pano pra manga, que fazem do nosso metal um instrumento de subversão e má influência para uma nova geração. Já não basta ele ser taxado de barulhento, música do diabo, entre outras denominações, mas brincadeirinhas perpetradas por grandes nomes do estilo, verdadeiros formadores de opinião, geram novas polêmicas e aumentam mais um pouco a má fama do nosso combalido e amado Metal. Quando o Pantera lançou o maravilhoso álbum Cowboys From Hell , lembro-me que fiquei impassível, ou seja, aquele tipo de som, equalização, timbre não me apeteciam, mas a verdade é que eu estava ainda imerso no meu radicalismo juvenil. Aquele tipo de sentimento que você não divide com ninguém uma descoberta, e tenta ficar junto daqueles que compactuavam com as suas ideias e vice-versa. Resumindo, não gostava da banda porque o vocalista era careca e usava bermuda. Com o passar do tempo comecei a entender o que é música. Mais ainda, que ela é arte acima de ...