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Mostrando postagens de agosto, 2015

COVER OU AUTORAL: UMA DISCUSSÃO SEM FIM

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Há um tempo atrás, eu afirmava veementemente que o espaço das nossas casas de shows, bares e até mesmo festivais deveriam ser reservados ao som autoral apenas. Mas se olharmos de outro ângulo, e precisamos ter esse tipo de visão, existem casos de bandas autorais não irem pra frente e para poder sobreviver o cara teve que tocar covers na noite. Soma-se a isso, o fato das bandas originais virem ao Brasil com um espaço de tempo longo entre seus lançamentos, e mais ainda... o preço abusivo dos ingressos pra vê-las. Conclusão: O fã vai buscar soluções paliativas nas bandas covers, e se a ordem é se divertir, então pronto. Vai tocar aquela música e ele vai cantar a plenos pulmões sem se importar com a habilidade dos músicos. Obviamente bem diferente do cenário europeu, que todo ano, as principais bandas tocam sempre que lançam um disco. Certa vez, no Wacken de 2011, minha empolgação em ver o Motörhead contrastava com a falta de vontade de um amigo alemão, e eu não acreditava que e...