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Mostrando postagens de setembro, 2014

O QUE FALTA PARA O METAL NACIONAL DESLANCHAR DE VEZ?

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O que falta pro metal nacional deslanchar de vez? Fiz essa pergunta na minha página no Facebook: https://www.facebook.com/vitorrodriguesofficial?ref=hl e no meu Twitter: https://twitter.com/__vitorodrigues e estou obtendo várias respostas interessantes que no fundo são mais anseios do que propriamente soluções. Na verdade, o que falta na minha opinião é investimento. É dinheiro mesmo! E como não tem, tudo que é angariado retorna aos bolsos dos promotores, e no fim da fila... as bandas. A cena não cresce. Fica encruada. E se resolve mover, é a passos mínimos, quase parando. Por anos imaginei que o Metal não dava dinheiro. Sim, se você disser tendo como base o Brasil. Na Alemanha, é realizado mais de 1000 eventos de metal só no verão, agora imaginem na Europa inteira. Festivais como o Wacken na Alemanha, o Hellfest na França, o Sweden Rock Fest na Suécia e tantos outros, movimentam milhões de euros e fazem a alegria do público aumentando sempre a procura a cada ano. Mas voltan...

VOCAIS INFLUENTES: PARTE FINAL

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Finalizada a série de vocalistas que me inspiraram mais diretamente, agora compartilho com vocês uma lista de todos eles e a contribuição que cada um, de certa forma deu para mim, vamos lá: Ronnie James Dio: Carisma e melodia Bruce Dickinson: Domínio do palco Rob Halford: Agudos viscerais Eric Adams: Dramaticidade King Diamond: Versatilidade Phil Anselmo: Melodia Max Cavalera: Inspiração (Pai) Marcello Pompeu: Inspiração (Mãe) Chuck Billy: Graves cavernosos Bobby Blitz: Agudos rasgados Ron Royce: Timbre groovado James Hetfield: Composição e domínio do instrumento Chucky Schuldiner: Composição e timbres agudos David Vincent: Graves Brett Hoffman: Agudos e berros Glenn Benton: Perfeita junção de graves com agudos Chris Barnes: A coisa mais grave que já ouvi George Corpsegrinder: Graves Poderia muito bem citar mais exemplos, porém são muitos e isso prova que o mundo da música Metal é vasto com milhares de opções, uma mais criativa do que a ...

NINGUÉM PODE MATAR A MORTE - CHUCK SCHULDINER

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Bem, nunca fui bom em matemática. Aliás, em qualquer matéria que tivesse cálculo eu sempre tinha dificuldade em resolver os problemas. Conseguia uma nota 5 com muito custo só pra passar na média e olha lá. Mas ontem, foi a primeira vez que fui em uma aula de matemática mais feliz que mosca em tampa de xarope (ditado gaúcho). O local da aula, ops... do show foi no Via Marquês. Mas era mais que um show, era um tributo a um dos músicos mais geniais da nossa era, Chuck Schuldiner . Nos meus posts anteriores não mencionei o nome dele porque estava esperando esse dia justamente para ver – e ouvir – a obra desse mestre ao vivo, e pude ver no palco o legado desse músico magistral em uma performance perfeita e carregada de emoção, e muita emoção diga-se de passagem. O Death foi uma das primeiras bandas de death metal que ouvi, e Chuck foi – e ainda é – referência para meus vocais. Leprosy foi o disco que eu escutava em uma velha fita k-7 Basf. Escutava tanto que cheguei a cantar Left To D...